Posted by

Libertando-se da Maldição Financeira

Libertando-se da Maldição Financeira

 

Autor deste estudo: Pr. Bruno Domingues

Publicado em:  www.estudogospel.com.br

 

Malaquias 3:11 “E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”. A essa altura não se tem mais o que esconder, a maldição vem quando a pessoa toca no que não lhe pertence. O diabo nem sempre foi diabo, mas antes era um Querubim do Senhor, se tornou diabo porque quis para si a posição que é de Deus. Adão perdeu as condições perfeitas de se viver por que quis para si o que era de Deus. Até Davi, que era segundo o coração de Deus, pecou e teve perdas em sua vida e em sua família quando quis para si não o que era de Deus, mas o que era do seu próximo, mais precisamente a esposa. Bom, o caso é que se apoderar do que não lhe pertence, caracteriza um roubo. O profeta Malaquias, aliás Malaquias significa “mensageiro de Yavé”, esse mensageiro foi usado pelo Senhor para explicar para o povo o porquê das coisas estarem indo mal nos dias deles, o porquê da miséria dominar suas vidas. Tudo o que conseguiam estava simplesmente desaparecendo de suas mãos. Essa é a situação deles, vejamos. Ageu 1:6 “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado”. Coincidência? Ou essa é a situação de muitas pessoas nos dias de hoje? Já na época de Malaquias e Ageu, que são profetas que surgiram depois do exílio, naquele tempo a situação já era tão parecida com a de hoje. As pessoas semeiam muito, mas colhem pouco; comem, mas não se fartam; bebem, mas não se saciam; se vestem, mas não se aquecem e o salário simplesmente desaparece. A pessoa não sabe onde foi parar o dinheiro, parece que simplesmente foi devorado. Por que será que a casa deles está se destruindo? Quem estará roubando sua prosperidade? Pode parecer estranho, mas são eles mesmos. Eles pegavam seu dinheiro, sua colheita e faziam aquilo que parecia ser o mais natural, levavam tudo para casa e acabavam desprezando a casa do Senhor. Ageu 1:8 “Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e serei glorificado, diz o SENHOR”. Deus já está dando a solução para o povo dizendo: “Edifiquem a minha casa! E então eu me agradarei, e serei glorificado”. O problema é que as pessoas gastam muito dinheiro em sua própria casa, mas, não têm coragem e nem fé para investirem na casa do Senhor. Já naquela época as pessoas pegavam seu salário, seus rendimentos, suas fazendas e investiam tudo em si mesmo. Por exemplo: Alguém compra uma TV LCD em 24, 36 vezes, e paga uma parcela alta, mas não tem amor, nem coragem e nem fé o suficiente para fazer o mesmo pela obra do Senhor. Mas se ela não faz também pelo Senhor, ela está fechando o céu sobre si mesmo e logo a pessoa, sem a bênção do Senhor, estará endividada. Então entrará no ciclo de derrota financeira, por causa da maldição do devorador, que devora tudo o que a pessoa conquista por causa da infidelidade com o Senhor. Quando essa pessoa descobre o que está acontecendo ela diz: “O que? Eu estou roubando a Deus? Imagina! O Dinheiro é meu, sou eu quem trabalho!” Mas para isso o profeta Malaquias, o Mensageiro de Yavéh, diz na profecia: Malaquias 3:8-9 “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação”. Em que alguém rouba a Deus? Nos dízimos e nas ofertas, observe que não é só no Dízimo que alguém rouba a Deus, mas também nas ofertas alçadas. E isso vai trazer para a vida da pessoa uma maldição em sua vida financeira, que é o que lemos em Ageu. Ageu 1:9-11 “Esperastes o muito, mas eis que veio a ser pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu dissipei com um sopro. Por que causa? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, enquanto cada um de vós corre à sua própria casa. Por isso retém os céus sobre vós o orvalho, e a terra detém os seus frutos. E mandei vir a seca sobre a terra, e sobre os montes, e sobre o trigo, e sobre o mosto, e sobre o azeite, e sobre o que a terra produz; como também sobre os homens, e sobre o gado, e sobre todo o trabalho das mãos”. A pessoa se apodera do que pertence a Deus, e sem que ela perceba entra um devorador em sua vida, e começa a acabar com os seus frutos. Deus assopra o seu dinheiro e não sobra nada, o céu retém o orvalho, e as arvores não frutificam, nem trigo, nem mosto e nem azeite. O trigo representa o pão, o mosto é o vinho e o azeite é a unção. A pessoa infiel, que rouba o Senhor, faz isso por que não conhece a Palavra ou porque não tem temor do Senhor. O pão, o vinho e o azeite te lembram alguma coisa? A santa ceia, onde comemos o Pão e tomamos o vinho do Senhor e recebemos a unção do Espírito para prosseguirmos. Mas de acordo com a profecia de Ageu, sem a fidelidade do povo não haverá pão, vinho e azeite! Mas sabe por que Deus não deixa faltar o Pão o vinho e nem a unção dele? Malaquias 3:6 “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos”. Na verdade a maldição existe, mas lembre-se, Deus tem uma vontade e o diabo também tem uma vontade, mas quem faz a vontade de um ou de outro somos nós. Deus te deixa escolher entre a bênção e a maldição. Aliás, Deus quer que você escolha a bênção. Você quer a bênção? Claro que quer, não é? Mas só tem um jeito de se libertar da maldição financeira: parando de roubar o Senhor. Malaquias 3:9-11 “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes. E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”. A única maneira de se repreender o devorador e ter os céus abertos é sendo fiel ao Senhor. Mas não se engane, não é apenas o dízimo, mas também as ofertas alçadas! Deus garante que por causa disso Ele repreenderá o devorador, você vai frutificar e nunca mais a sua vida será estéril. Deus vai trazer condições de você viver e ser abençoado! Malaquias 3:18 “Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve”. Se você hoje tomar a decisão de se libertar da maldição financeira sendo fiel a Deus, tome posse da tua vitòria, porque você vai viver a diferença em sua vida em nome de Jesus, e nunca mais será envergonhado. Joel 2:22-27 “E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no SENHOR vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva temporã; fará descer a chuva no primeiro mês, a temporã e a serôdia. E as eiras se encherão de trigo, e os lagares transbordarão de mosto e de azeite. E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós. E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do SENHOR vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado. E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o SENHOR vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado”. Tome hoje a decisão de ser fiel, faça votos ao Senhor e com toda certeza acabará a vergonha sobre a tua vida. Deus dará um tempo novo para você em nome de Jesus

Autor: Pr. Bruno Domingues

Via: www.estudogospel.com.br

Marcha para JESUS.

Publicado originalmente em: http://www.midiagospel.com.br/noticia/religiao/marcha-para-jesus-multidao-rio-2012

Marcha para Jesus levará multidão às ruas do Rio neste sábado

 
 
 
 

Marcha para Jesus levará multidão às ruas do Rio neste sábado | Notícias Evangélicas Gospel Cristãs

Neste próximo sábado (19), o Rio de Janeiro receberá a edição 2012 da Marcha para Jesus. O evento que se consagrou como uma das maiores mobilizações na cidade promete nesse ano superar o público de 200 mil pessoas, alcançado em sua última edição.

Dirigida pelo COMERJ (Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro) a Marcha para Jesus 2012 será presidida pelo pastor Silas Malafaia e coordenada pelo pastor Alexandre Isquierdo. A Marcha para Jesus promete fazer história e levar uma mensagem em favor da vida e da família, neste ato de fé e mudança para o Brasil, que somente em Jesus se pode encontrar.

O evento

Marcha para Jesus Rio 2012 iniciará às 14h do próximo sábado (19), com saída da Central do Brasil. No decorrer do caminho, vários trios elétricos embalarão o percurso com muita música até o final do trajeto na Praça da Cinelândia, em frente à Câmara dos Vereadores, onde um grande palco estará montado para receber o público e uma palavra de fé ministrada pelo Pr. Silas Malafaia aos moradores do Rio de Janeiro ao lado dos pastores Abner Ferreira, Marco Antônio e Marcus Gregório.

Além do público, vários convidados e participações musicais farão da Marcha para Jesus uma grande festa. Vários nomes foram confirmados, como o cantor Thalles Roberto, conhecido nacionalmente por sua musicalidade. Outra participação confirmada é a revelação da música gospel, o cantor Jotta A. Ministro de louvor e dono de uma das vozes mais respeitadas no seguimento gospel, Davi Sacer estará presente. Três dos principais grupos de louvor do Brasil farão parte do evento, Renascer Praise diretamente de São Paulo, Ministério Apascentar e Comunidade Evangélica da Zona Sul. O roqueiro PG confirmou sua presença, assim como o grupo Quatro por Um, com repertório formado por músicas conhecidas em todo Brasil. Régis Danese fará sua primeira participação na Marcha do Rio. Outro estreante é o cantor e compositor Nani Azevedo. As mulheres serão muito bem representadas por Jozyanne, Eyshila e Léa Mendonça. O grupo Kainón traz para o palco um ritmo bem regional, e outra presença marcante será a linda voz de Gabriela Rocha, que, ao lado de Thalles Roberto, fará uma participação especial, além do Gospel Night com DJ Marcelo Araújo, que será o responsável por manter o ritmo nos intervalos dessa, que promete ser a maior Marcha para Jesus de toda a história do Rio de Janeiro.

Serviços:

Marcha Para Jesus – Rio 2012
Participações: Thalles Roberto, Jotta A, Davi Sacer, Renascer Praise, Ministério Apascentar, Comunidade Evangélica da Zona Sul, Régis Danese, Nani Azevedo, Jozyanne, Eyshila, Kainón, Gabriela Rocha, Ministério Gospel Night.
Preletor: Pastor Silas Malafaia, Pastor Abner Ferreira, Pastor Marco Antônio e Pastor Marcus Gregório.
Data: 19 de Maio de 2012
Local: Saída às 14h na Central
Evento Gratuito
Informações: www.marchaparajesusrio.com.br
Fone: (21) 3738-1310 – (21) 3738-0310

Marcha para Jesus levará multidão às ruas do Rio neste sábado | Notícias Evangélicas Gospel Cristãs

Marcha para JESUS 2012 Rio de Janeiro

História do 8 de março – Dia internacional da mulher.

 

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). Objetivo da Data Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história. Conquistas das Mulheres Brasileiras Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo. Marcos das Conquistas das Mulheres na História – 1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres. – 1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos. – 1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres. – 1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia. – 1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs. – 1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas – 1869 – é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres – 1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina. – 1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças – 1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina – 1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

História do 8 de março – Dia internacional da mulher.

 

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). Objetivo da Data Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história. Conquistas das Mulheres Brasileiras Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo. Marcos das Conquistas das Mulheres na História – 1788 – o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres. – 1840 – Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos. – 1859 – surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres. – 1862 – durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia. – 1865 – na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs. – 1866 – No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas – 1869 – é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres – 1870 – Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina. – 1874 – criada no Japão a primeira escola normal para moças – 1878 – criada na Rússia uma Universidade Feminina – 1901 – o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

O perigo de querer barganhar com DEUS.

TEXTO copiado na integra de :

Texto Básico: Mateus 4:1-11
“Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?”(Sl 116.12 )

INTRODUÇÃO

Um dos mais sérios erros dos defensores da “teologia da prosperidade” é orientar seus seguidores a barganharem com Deus, como se uma oferta ou um dízimo fosse o suficiente para que Deus se tornasse nosso devedor. Muitos têm tratado estas e demais contribuições como “investimentos”, como um “toma-lá-dá-cá”, como se Deus se prendesse a gestos feitos pelos homens. Deus tem compromisso com a Sua Palavra, portanto nada disso é previsto nas Escrituras como um laço que obrigue Deus a enriquecer quem quer que seja. Na verdade, nossas contribuições financeiras (sejam elas ofertas ou dízimos) são um reconhecimento de que já fomos abençoados por Deus. Paulo deixa claro que Deus não deve nada a ninguém (cf Rm 11:34-36). A pergunta de Paulo continua válida em nossos dias: “quem deu primeiro a Ele para que depois possa ser retribuído?”. Nós contribuímos financeiramente porque recebemos do Senhor primeiro, e não o contrário. Precisamos entender que ninguém dá a Deus antes, para depois ser retribuído.
Muitos, por estarem interessados apenas em milagres, curas e prosperidade material, já não buscam a Deus pelo que Ele é. Na verdade, não querem conhecer a Deus, mas somente barganhar com o Senhor. São condenáveis os “sacrifícios”, os “carnês” e toda e qualquer espécie de contribuição financeira que é dada com o intuito de estabelecer uma barganha com Deus. Certamente, essas pessoas estão incorrendo num grande perigo: a perdição eterna. Deus nos concede suas bênçãos não porque tenhamos algum poder de barganha, mas porque Ele nos ama e quer aprofundar o seu relacionamento conosco.

I – A BARGANHA NA BÍBLIA

1. No Antigo Testamento. Um exemplo clássico de barganha no Antigo Testamento é o caso de Jacó. Fazer um voto era um meio de barganha, de troca entre os homens e a divindade, um “toma-lá-dá-cá“. Esta era uma demonstração da cultura gentílica. E esta ideia de barganha entre o homem e a divindade está por trás do primeiro voto mencionado na Bíblia, que foi o voto de Jacó, feito quando de sua fuga para Harã: “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir, e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR será o meu Deus; e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres certamente te darei o dízimo”(Gn 28:20-22).
Vemos neste voto de Jacó a ideia de “barganha” com Deus, algo que jamais se aprovou nas Escrituras, mas que, infelizmente, está por detrás da grande e esmagadora maioria dos votos que se fazem hoje na Igreja.Jacó agiu sob a influência cultural gentílica, não tinha ainda uma experiência com Deus e pensou que o Senhor pudesse ser “comprado” com um voto. Na verdade, Jacó barganhou por menos que o Senhor lhe havia prometido (cf Gn 28:14). Sua fé ainda não era forte o suficiente para levar Deus a sério, de modo que Jacó condicionou o pagamento do dízimo ao cumprimento das promessas do Senhor. Deus, efetivamente, abençoou a Jacó, mas não foi por causa do voto que Jacó lhe fez, e sim, por causa da fidelidade do Senhor às promessas que havia feito a Abraão e a Isaque, promessas que, aliás, haviam sido renovadas, no sonho, pelo próprio Deus a Jacó (Gn 28:13-15).O voto, enquanto barganha, enquanto “troca de favores”, é, portanto, algo que se encontra totalmente fora de cogitação no relacionamento entre Deus e os homens, ante a constatação de que Deus é soberano e que ao homem cabe apenas submeter-se a este Deus Todo-Poderoso.

Mas, se o voto não é barganha, o que é então? O voto é manifestação voluntária, ou seja, a declaração de vontade de alguém que é dirigida a Deus, um Deus que fez o homem com o direito de fazer escolhas e de expressar livremente a sua vontade. Todavia, qualquer ideia de barganha é infrutífera.

Deus, que é único, que é soberano e a quem pertence toda a Terra e tudo que nela há (Sl 24:1;1Co 10:26), não é “comprável” com presentes. Aliás, abomina os que se deixam levar por presentes (2Cr 19:7; Is 45:13). Se Deus é soberano, se tem o controle de todas as coisas, por que haveria de se vender a um ser humano por causa de um “voto”, de uma “promessa”?

2. Em o Novo Testamento. Um exemplo clássico de barganha no Novo Testamento é o caso de Simão, o mago, que ofereceu dinheiro a Pedro e a João em troca da capacidade de se conceder o batismo com o Espírito Santo (At 8:18-21).Simão, o mágico, ficou extremamente impressionado com o fato de o Espírito Santo ter sido concedido quando os apóstolos impuseram as mãos sobre os samaritanos. Desprovido de qualquer entendimento acerca das implicações espirituais desse acontecimento, Simão o considerou apenas uma demonstração de poder sobrenatural que lhe poderia ser útil em sua ocupação. Assim, ofereceu dinheiro aos apóstolos em troca desse poder. Esse ato insano de barganhar com Deus foi rispidamente repreendido pelo apóstolo Pedro: ” O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro. Tu não tens parte nem sorte nesta palavra, porque o teu coração não é reto diante de Deus”. A resposta de Pedro indica que Simão não era um homem convertido:
a) O teu dinheiro seja contigo para perdição. Nenhum cristão verdadeiro será entregue à perdição (João 3:16).
b) Não tens parte nem sorte neste ministério. Em outras palavras, não fazia parte da comunhão dos santos.
c) O teu coração não é reto diante de Deus. Uma descrição apropriada para uma pessoa que não é salva e que quer barganhar com Deus.
d) Estás em fel de amargura e laço de iniquidade. Palavras como essas não poderiam ser usadas para uma pessoa regenerada.
O nome “Simão” deu origem à palavra moderna “simonia“, a tentativa de comercializar coisas sagradas. A “simonia” inclui a venda de todas as formas de comercio relacionadas a questões divinas. Hoje, é aplicada aos mercadores da fé, que oferecem as bênçãos divinas mediante o pagamento de certa quantia em dinheiro. O apóstolo Paulo via, com muita tristeza, o crescimento dessa tendência mercadológica; para combatê-la, usou uma palavra cujo sentido é “falsificar ou mercadejar a Palavra de Deus”. Isso envolve práticas de “simonia” e adulteração da Palavra de Deus; é transformar o cristianismo numa prática comercial, visando apenas interesses pessoais.
Atualmente, uma das práticas que caracterizam a “simonia” é a da falaciosa “restituição“. Esta prática ficou popularizada no cântico cujo refrão é “Restitui… eu quero de volta o que é meu”. Esta prática é, também, uma fonte de dinheiro para muitos inescrupulosos que, através de “campanhas de restituição”, têm levado multidões a “exigir de Deus o que foi tomado, o que é meu” e, além de lhes causar a abominação do Senhor, ainda por cima acabam tomando o que havia ficado, por meio de ofertas e “sacrifícios”, habilmente solicitados nestas mesmas campanhas. Irmão e amigos, nós não temos direito a nada! A própria expressão bíblica exarada em Romanos 3:23 já diz tudo: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”Rm 3:23). O salário do pecado é a morte (Rm 6:23). Somos salvos pela graça(Ef 2:8). Tudo que temos é por causa da graça de Deus. Exigir de Deus algo que não merecemos é um acinte ao nome preciso do Senhor.
Ainda há aqueles que, induzidos por certos pregadores (pregadores?), que desprezando a soberania divina, passam a determinar seus “direitos” e a decretar suas “posses” como se o Senhor lhes fosse um mero empregado. Isto é falta de reverencia e temor a Deus.Portanto amados irmãos, não podemos compactuar com estas práticas de “restituição” e de tudo o que envolva esta idéia, pois ela é pura e simplesmente manifestação de rebelião contra Deus. Como sabemos, “… a rebelião é como o pecado de feitiçaria… (1Sm 15:23). Que Deus nos guarde, pois os feiticeiros e os idólatras ficarão do lado de fora da cidade santa (cf. Ap 21:8; 22:15).
Ao acharmos que algo é “nosso”, que deve ser devolvido, estamos afirmando uma ilusória independência do homem em relação a Deus, exatamente o que fez o primeiro casal pecar e perder a comunhão com o Senhor. Ao invés de “querer de volta o que é nosso”, devemos ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que foi expresso pelo apóstolo Paulo numa das suas frases lapidares: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20).
3. As Escrituras condenam a barganha. Por tudo que vimos nos dois itens anteriores, está claro que as Escrituras condenam a barganha com Deus. A verdadeira prosperidade do povo de Deus como é ensinada na Bíblia não é barganha com Deus, uma troca com Deus, eu dou 10 para receber 20, não. Infelizmente, muitos estão indo atrás de Jesus não porque queiram ter vida eterna, mas apenas para obter estas vantagens, que, a cada dia que passa, o sistema econômico lhes vai negando. Querem não servir a Jesus, mas, sim, se servir de Jesus e é precisamente esta a mensagem antropocêntrica da “teologia da prosperidade”. Estas pessoas, como diz o apóstolo Paulo, são as mais miseráveis criaturas humanas da face da Terra (1Co 15:19), porque, sabendo quem é Jesus e o que veio fazer neste mundo, querem apenas dEle se servir para terem bens e tesouros que nada lhes representará na eternidade. São pessoas que, infelizmente, não seguem a doutrina de Cristo que, tão explicitamente exposta no sermão do monte, nos manda ajuntar tesouros no céu e não na terra, pois onde estiver o nosso tesouro, ali estará o nosso coração (Mt 6:19-21).

II. PRESSUPOSTOS DA “TEOLOGIA DA BARGANHA”

1. A falsa doutrina do direito legal. A “teologia da barganha” tem como pressuposto a doutrina do “direito legal” do crente. Esta falsa doutrina tem como mentor Essek William Kenyon. Para ele, Deus ao instituir o homem como seu mordomo, deu “direitos legais” ao homem, que foram, com a queda, transferidos a Satanás que, “legalmente”, hoje domina a terra e a criação terrena. Para ser mais explícito, Kenyon quis dizer que a queda do homem foi um ato legal, isto é, Adão tinha o direito legal de transferir a autoridade e o domínio que Deus tinha posto em suas mãos para as mãos de um outro. Isto dá a Satanás o “direito legal” de ditar regras ao homem e à criação. Isto quer dizer que Satanás faz parte da redenção do ser humano (cic). A redenção seria uma fórmula pela qual Deus toma esses “direitos” de Satanás, livrando o homem do seu domínio. É esta a ideia-mestra de todas as “determinações”, “declarações” e “exigências” que caracterizam os “pregadores do positivismo”.No entanto, tal pensamento não tem o menor respaldo bíblico. Deus nunca deixou de ser o Ser Soberano, o Ser Supremo. Quando a Bíblia nos diz que o homem foi constituído como ser que dominaria sobre as demais criaturas terrenas (cf. Gn 1:26-28), tal deve ser compreendido dentro do princípio de que o homem é “imagem e semelhança de Deus”, ou seja, de que jamais o homem teria “direitos legais” diante de Deus, mas o homem foi feito um “mordomo”, ou seja, um servo que era superior às demais criaturas divinas, mas que não deixava de ser servo, tanto que, ao conscientizar o homem de que ele era “livre”, Deus o fez por meio de uma ordem (cf. Gn 2:16,17), deixando bem claro quem era a autoridade, quem mandava e quem deveria obedecer.
2. A prática do determinismo. Esse é um dos pressupostos usuais da “teologia da barganha”. A falaciosa “doutrina do determinismo” insinua, dentre outras aberrações “teológicas”, que não é mais preciso orar, e sim apenas “determinar”.Para os seguidores desta prática vergonhosa não se deve orar a Deus rogando a Ele que faça “segundo a sua vontade”, e sim impor a nossa vontade a Deus. Isso vai de encontro o que a Bíblia Sagrada nos ensina: “Esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, SEGUNDO A SUA VONTADE, ele nos ouve“(1João 5:14).Hoje temos visto falsos mestres ensinando que a oração da fé precisa determinar para Deus o que queremos. Este falso ensino proclama que oração é a vontade do homem prevalecendo no céu em vez da vontade de Deus prevalecendo na terra.

Analise a estrutura da oração-modelo que o Senhor deixou — o “Pai Nosso“(Mt 6:9-13). Ela nos revela que não há lugar para o “EU” e nem para o determinismo arrogante. Senão vejamos: “Pai nosso, que estás no Céu” — nossa posição: filhos de Deus; “Santificado seja o teu nome” — nossa posição: adoradores; “Venha o teu Reino” — nossa posição: súditos; “Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no Céu” — nossa posição: servos; “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje” — nossa posição: dependentes; “Perdoa-nos as nossas dívidas” — nossa posição: pecadores; “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” — nossa posição: fracos espiritualmente. Portanto, submissão à vontade de Deus, e não imposição da nossa vontade a Deus, é o alicerce da nossa confiança na oração. Aliás, devemos temer orar por qualquer coisa que não esteja de acordo com a vontade de Deus.

Devemos estar cientes que Deus é soberano sobre tudo e sobre todos: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos”(Is 55:8). “O Senhor estabeleceu o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo. Bendizei ao Senhor, vós anjos seus, poderosos em força, que cumpris as suas ordens, obedecendo à voz da sua palavra! Bendizei ao Senhor, vós todos os seus exércitos, vós ministros seus, que executais a sua vontade. Bendizei ao Senhor, vós todas as suas obras, em todos os lugares do seu domínio! Bendizei, ó minha alma ao Senhor!” (Salmo 103:19-22). “E todos os moradores da terra são reputados em nada; e segundo a sua vontade ele opera no exército do céu e entre os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4:35).

Em fim, prosperidade segundo a Bíblia não é determinismo, e sim benção de Deus. Porque sem a benção de Deus não há o que se falar em prosperidade. Sabe por quê? “Porque a benção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores” (Pv 10:22). A prosperidade verdadeira consiste na bênção do Senhor. Quer sejamos pobres, ou ricos, a presença e a graça do Senhor são o nosso maior tesouro.

III. O PERIGO DE BARGANHAR COM DEUS

1. O perigo de se ter um Deus imanente, mas não transcendente. Deus é transcendente e imanente. Ou seja, a despeito de habitar nas alturas mais insondáveis, e apesar de infinito e imenso, não permanece alheio às suas criaturas. Assim, ao longo dos séculos, o Eterno vem se comunicando com o homem, direta ou indiretamente. Ele tem prazer de ser assim com o ser humano; é tanto que, após o pecado do homem, Ele proveu o Cordeiro imaculado, Jesus Cristo, para através de sua morte vicária resgatar o ser humano ao estado original da criação.Embora Deus tenha o prazer de atender ao ser humano em suas necessidades, não podemos nos esquecer que Ele é soberano e está acima de toda criação. Deus é superior ao homem e, portanto, o homem não pode querer esquadrinhar os Seus pensamentos ou entender os Seus propósitos, a não ser pela própria revelação divina.Conquanto a natureza possa nos fazer inferir que haja um Deus, não permite que nós, através dela ou da razão, possamos descobrir os mistérios e as profundidades do pensamento divino, pois Deus é Deus e nós, meros homens. Ou seja, Deus é transcendente — Ele é diferente e independente da sua criação (ver Ex 24:9-18; Is 6:1-3;40:12-26; 55:8,9). Seu Ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1Rs 8:27;At 17:24,25).

Atualmente, os teólogos adeptos da “teologia da barganha”, tentam, a bel prazer, priorizar a relação de Deus com a criação, ignorando propositalmente a soberania e a vontade de Deus. Ninguém deve, jamais, pensar que é merecedor de qualquer coisa que parta de Deus. Isso deve se aplicar a todos os aspectos da vida do cristão, desde o ar que respiramos, passando pela salvação provida na cruz, ou qualquer outro benefício que venhamos a receber dEle (Tg 4:13-15).

Quando vemos as promessas divinas, como ato soberano de Deus, temos motivos para nos humilhar perante Sua potente mão e reconhecermos que não passamos de homens e mulheres carentes de Sua graça. É uma pena que alguns cristãos não estejam se apercebendo disso, resultando em excessos na oração e nas pregações. De vez em quando, vemos e ouvimos pregadores que oram determinando bênçãos às vidas de seus expectadores. Alguns, mais ousados, querem pôr Deus no “canto da parede”, justificando, não poucas vezes, que Deus, ao prometer, não pode mais voltar atrás, tornando-se, assim, escravo de Sua palavra. Tal ensino é um acinte à soberania divina, uma verdadeira blasfêmia, que não ficará impune. Deus não tem que dar satisfação a ninguém, a não ser a Ele mesmo. Ao assumir um compromisso, como diz o a Bíblia em Isaías 55:10,11, assume um compromisso com Ele mesmo. Deus é fiel, como dizem as Escrituras (1Co 1:9; 10:13; 2Co 1:18), ou seja, cumpre a sua Palavra, não porque o homem passe a Lhe mandar, mas, sim, porque o caráter de Deus diz que Ele não muda (Ml 3:6), é a verdade (Dt 32:4; Jr.10:10), é Justo (Ex 9:47; 2Cr 12:6; Sl 11:7) e que, portanto, sua Palavra só pode ser “sim e amém” (2Co 1:20). Certo teólogo afirmou que Deus “pode fazer tudo o que quer, mas não quer fazer tudo o que pode”. Isto significa que o poder de Deus está sob o controle de sua sábia vontade.

2. O perigo de se transformar o sujeito em objeto. Hoje estamos assistindo ao fenômeno do mercadejamento da fé. A falaciosa “teologia da barganha” tem, vergonhosamente, transformado a fé em um grande negócio rentável e cada vez mais crescente. Isso tem trazido prejuízos enormes para a Igreja do Senhor Jesus. Há pastores que transformam o púlpito em uma praça de negócios, e os crentes em consumidores. São obreiros fraudulentos, gananciosos, avarentos e enganadores. São amantes do dinheiro e estão embriagados pela sedução da riqueza. Há pastores que mudam a mensagem para auferir lucros. Pregam prosperidade e enganam o povo com mensagens tendenciosas para abastecer a si mesmos.A briga por espaços na mídia tem sido assaz notória, vendendo uma ilusão de que seus ministérios são aprovados por Deus, quando na verdade eles estão iludindo uma parcela dos que cristãos dizem ser, que não entendem que essa atitude mercantilista é reprovada por Deus. O Senhor em Sua Palavra, já nos primórdios da fé cristã, já advertia os crentes que muitos seriam feitos negócio com palavras fingidas de pessoas inescrupulosas (2Pe 2:3). Antes mesmo da formação da Igreja, o profeta Ezequiel já indicara a existência de pastores infiéis, que têm como objetivo tão somente explorar as ovelhas (Ez 34:4). Eles estão mais interessados no dinheiro das ovelhas do que na salvação delas. Eles negociam o ministério, mercadejam a Palavra e transformam a igreja em um negócio lucrativo.Vergonhosamente, pastores e mais pastores estão se desvinculando da estrutura eclesiástica e rompendo com suas denominações para criar ministérios particulares, em que o líder se torna o dono da igreja. A igreja passa a ser uma propriedade particular do pastor. O ministério da igreja torna-se um governo dinástico, em que a esposa é ordenada, e os filhos são sucessores imediatos. Não duvidamos de que Deus chame alguns para o ministério específico em que toda a família esteja envolvida e engajada no projeto, mas a multiplicação indiscriminada desse modelo é deveras preocupante. O meu maior desejo é que esses pastores convertam-se dos seus maus caminhos, antes que seja tarde demais, antes que sua mente fique cauterizada e a apostasia não mais ofereça lugar à piedade e a honestidade (ler Pv 29:1).

3. O perigo da espiritualidade fundamentada em técnicas e não em relacionamentos. Os adeptos da “doutrina da barganha” têm transformado o relacionamento com Deus em algo meramente técnico e interesseiro. Segundo seus ensinamentos, para se obter o que se deseja de Deus é preciso fazer quatro coisas, as chamadas “regras da fé” ou “fórmulas da fé”, a saber:
a) confessar o que você quer.
b) crer que você tem aquilo que você quer.
c) receber o que você quer.
d) contar aos outros que você tem o que você quer.De pronto, observamos que a soberania de Deus não é levada em consideração. Tudo gira em torno do que “você quer”, sem que se indague se o que se quer é o que Deus quer. Desprezam a realidade de que, apesar de sermos filhos de Deus, somos totalmente submissos à sua vontade e à sua soberania, como Jesus mesmo nos ensinou na oração-modelo — “o Pai nosso” — e na sua oração no jardim do Getsêmane(vide Lc 22:42); veja também 1João 5:14.Temos, portanto, mais uma vez, evidenciado que a “doutrina da barganha” diviniza o homem, dá uma “roupagem evangélica” para o desejo pecaminoso de se ser independente de Deus. Que Deus nos guarde de agirmos assim, pecando contra a Sua soberania.

CONCLUSÃO

A Bíblia não ensina a fazer-mos uma barganha com Deus, não somos ensinados a ter que dar tanto para receber tanto. Deus não se condiciona aos nossos caprichos. Quando nos abençoa é pela sua misericórdia e tudo que recebemos é por sua infinita graça. Aliás, os “teólogos da barganha” conhecem pouco acerca da doutrina da graça, uma doutrina tão defendida pelos reformadores. O Deus Todo-Poderoso, que conhece tudo e que faz infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, está sendo trocado por, Aladim o gênio da lâmpada, que só é buscado quando precisam de algum favor. Um Deus que tem que cumprir com todos pedidos dos pregadores da Fé.
|  Autor: Luciano Santos  |  Divulgação: estudogospel.com.br |

É Pecado Comer Carne de Porco?

Texto extraído na integra do site: www.midiagospel.com.br

Veja este e outros excelentes artigos no site www.midiagospel.com.br

 

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Os que defendem a abstinência de carne de porco apresentam dispositivos da Lei do Antigo Testamento, como a seguir:
“Também o porco, porque tem unhas fendidas… este vos será imundo; da sua carne não comereis…” (Lv 11.7-8).
“Nem porco, porque tem unhas fendidas… imundo vos será; não comereis…” (Dt 14.8).
“Os que se santificam e se purificam nos jardins uns após outros, os que comem carne de porco, e a abominação, e o rato juntamente serão consumidos, diz o Senhor” (Is 66.17; v. 65.4).
“Na revelação progressiva de Deus, mandamentos anteriores são substituídos por posteriores. Em questões que não envolvem alteração em nenhum padrão moral intrínseco (que é baseado na natureza de Deus), o Senhor tem a liberdade de alterar os mandamentos que ele deu às suas criaturas, de forma a servir a seus propósitos gerais, dentro do processo de redenção. Por exemplo, podemos comparar isso com os pais que, numa fase da vida de seus filhos, deixam-nos comer com a mão, para mais tarde ensina-los a usar uma colher. Posteriormente, ainda, eles instruem seus filhos a não mais usarem uma colher, mas sim um garfo. Não há contradição alguma nesse processo” (Norman Geisler).
“A lebre e o coelho (Dt 14.7) – Na Palestina, esses animais alimentavam-se de ervas venenosas e morriam geralmente cobertos de vermes. Barbatanas e escamas (v.9) – Esta proibição abrangia, sobretudo, os mariscos, por se alimentarem de imundícies, tal como sucede com as aves mencionadas nos versos de 12 a 18, que se deleitam com carnes em putrefação. As leis de hoje não permitem a venda de animais, que não sejam abatidos em condições apropriadas e após exame médico” (Novo Comentário da Bíblia). Os porcos estão incluídos no rol dos animais que se alimentavam e se alimentam de coisas impuras, exceto os que são criados em boas condições de higiêne. “Na avaliação dos cientistas, pesquisadores e professores [que participaram do Zootec 2004, VI Congresso Internacional de Zootecnia e o XIV Congresso Nacional de Zootecnia, em Brasília], a alta tecnologia está transformando a suinocultura e trazendo resultados surpreendentes. Para se ter uma idéia das mudanças, eles agora elevam o suíno à categoria de indispensável na melhor qualidade de vida do homem. Hoje, a maioria dos rebanhos no Brasil se desenvolve em locais de total confinamento, longe das doenças e os animais são criados sobre o cimento limpo. A higiene é tamanha que o pêlo cresce branco e a carne do porco adquiriu um tom róseo. Com isso o consumidor tem à sua disposição no supermercado carne de excelente qualidade e com elevada garantia sanitária”.
As proibições eram adequadas às condições daquela época. O nível de conhecimento dos israelitas era muito precário. Não faziam distinção entre animais puros e impuros. Não sabiam qual o tipo de alimento que poderia causar dano à saúde. Hoje, conhecemos muito bem as razões por que não consumimos carne de abutre (urubu), e sabemos que as carnes colocadas à venda precisam ser fiscalizadas pelos órgãos competentes. Não faço apologia à carne de porco. Analiso a questão de ser ou não ser pecado consumi-la.
Para que o mal fosse erradicado, muitos dos castigos aplicados pela lei mosaica eram severos: apedrejamento de filhos rebeldes (Dt 21.21); apedrejamento de moça por falta de virgindade, conforme alegação do marido (22.21); obrigação de um homem casar com a viúva do seu irmão (25.5); tratamento dispensado aos leprosos (Lv 13-14).
Todavia, devemos buscar na própria Bíblia as razões pelas quais estamos desobrigados de prestar obediência a essas recomendações.
A Nova Aliança em Cristo está confirmada em melhores promessas. É muito superior à anterior. “Se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda; porem as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; serei misericordioso para com suas iniqüidades; dizendo Nova Aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar” (Hb 8.6,10,13).
Em Roma, não havia entendimento entre os crentes: alguns entendiam que deveriam comer só legumes; outros, além de legumes, comiam carne. O apóstolo não condenou nenhuma das partes. Disse: “O que come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come; o que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come para o Senhor não come e dá graças a Deus” (Rm 14.3-6). “Paulo declara que o ato de comer, em si, não é problema moral, mas a nossa atitude pessoal sobre o que se come pode levar ao injusto julgamento de uns para com os outros” (Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP). Mais adiante, o apóstolo esclarece que “nenhuma coisa é de si mesmo imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; mas aquele que tem dúvidas, se come, está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Rm 14.14,23).
O apóstolo esclarece que a lei de Moisés foi cravada na cruz, isto é, abolida (Cl 2.14), não havendo, pois, motivo para sermos julgados pelo que comemos ou bebemos, pelos dias de festa, de lua nova, ou dos sábados (v.16). Diz também que as antigas ordenanças eram sombras das coisas futuras; elas apontavam para o porvir.
“Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não proves, não manuseies?” (Cl 2.20). A nossa salvação não está condicionada ao cumprimento da lei. Nenhum homem jamais conseguiu cumprir todas as ordenanças. Por isso, estávamos todos mortos em nossos delitos (Rm 3.23), Deus estabeleceu o plano de redenção mediante o sacrifício de Cristo: “Na Sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças…” (Ef 2.15). Porque não estamos mais debaixo da lei, e sim da graça, o pecado não tem domínio sobre nós (Rm 6.14).
Já não dependemos da Lei e dos sacrifícios do Antigo Testamento para sermos salvos e aceitos diante de Deus. Os que vivem ainda segundo a Lei, por ela serão julgados, e não terão a mínima chance de salvação. Somos salvos pela graça, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, não pelas obras, pelo cumprimento dessa ou daquela ordenança (Ef 2.8-9). Agora, estamos livres da lei, para a qual morremos (Rm 7.6).
“Portanto, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1).
Como foi dito no início deste trabalho, a revelação de Deus é progressiva. Na aliança noética, logo após o dilúvio, Deus declara que “tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado como a erva verde”. A exceção era quanto à carne com seu sangue (Gn 9.3-4). Na lei mosaica, o consumo de carne se torna mais seletivo. Não mais prevalece a abertura dada a Noé para consumir qualquer espécie (Levítico 11 e Deuteronômio 14). A Nova Aliança em Cristo Jesus nos exorta a uma vida plena na direção do Espírito. A lei era indicativa das coisas futuras e serviu como “aio” ou tutor do povo de Deus até que viesse a salvação pela fé em Cristo (Gl 3.23-25). “Nessa função, a lei revelou a vontade de Deus para o comportamento do seu povo (Ex 19.4-6; 20.1-17; 21.1 – 24.8), proveu sacrifícios de sangue para cobrir os pecados (ver Lv 1.5; 16.33) e apontou para a morte expiatória de Cristo (Hb 9.14; 10.12-14). A lei foi dada para nos conduzir a Cristo a fim de sermos justificados pela fé (Gl 3.24). Mas agora que Cristo já veio, finda está a função da lei como supervisora (v.25). Por isso, já não se deve buscar a salvação através das provisões do antigo concerto, nem pela obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A salvação, agora, tem lugar de conformidade com as provisões no novo concerto, a saber, a morte expiatória de Cristo, a sua ressurreição gloriosa e o privilégio subseqüente de pertencer a Cristo (vv 27-29)” (BEP).
Falando sobre a nova vida debaixo da graça e sobre a rejeição dos judeus à justiça de Deus, o apóstolo declara que “o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê” (Rm 10.4). Então para que a lei? Ele mesmo responde: “Foi ordenada por causa das transgressões, ATÉ que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita” (Gl 3.19). E como opera a lei de Cristo? “Porque toda a lei se cumpre numa só palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gl 5.14).
Dito isto, lembremo-nos das palavras do apóstolo. Se a minha atitude servir de escândalo aos irmãos, deixarei de comer carne de porco, ou de fazer qualquer coisa que me pareça lícita e não pecaminosa. Que a nossa liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos (Gl 8.9). Aqueles que, pelo seu exemplo, levam outros ao pecado e à ruína espiritual pecam, não somente contra aquela pessoa, mas também contra o próprio Cristo: “Pecando assim contra os irmãos e ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo. Pelo que, se o manjar escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize” (vv 12-13).
Finalmente, a questão da carne de porco e de outras ordenanças da antiga lei foi resolvida há dois mil anos, na primeira conferência deliberativa, em Jerusalém. Anciãos e apóstolos se reuniram para decidir se a circuncisão e a obediência à lei de Moisés eram necessárias à salvação em Cristo. Os conferencistas, guiados pelo Espírito Santo, concluíram que os gentios eram salvos pela graça do Senhor Jesus, concedida ao que se arrepende do pecado e crê em Cristo como Senhor e Salvador (v.Rm 10.9). A carta enviada aos irmãos em Antioquia, através de Judas e Silas, resumiu a decisão tomada:
“Na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação; destas coisas fareis bem se vos guardardes” (At 15.28-29). A resolução estabeleceu limites e possibilitou a “convivência harmoniosa entre cristãos judaicos e seus irmãos gentios”.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

É preciso separar o joio do trigo. A musica gospel está sendo explorada e transformada em uma moeda forte.

Solange Almeida da banda Aviões do Forró poderá gravar um CD gospel

 Fonte: ChristianPost | Divulgação: Midia Gospel
GOSPEL Foto/Imagem Solange Almeida da banda Aviões do Forró poderá gravar um CD gospel Noticia Religião

Como alguém pode ser cantora gospel e ao mesmo tempo, uma cantora de forró?

Como pode se estar servindo a Deus e ao mundo?

Leia  o texto e tire suas próprias conclusões. Se possível, deixe um breve comentário seu, uma opinião pessoal…

 

A cantora Solange Almeida, vocalista da banda Aviões do Forró pode deixar o Aviões e gravar um CD gospel.

Solange Almeida estaria em negociações com a Caco de Telha, empresa de Ivete Sangalo, para gravar um CD solo de música gospel, segundo um texto informativo enviado ao site O Fuxico.

“A maior bomba no mundo do Forró está prestes a explodir a cantora Solange Almeida mais conhecida como ‘Solanja’ atual vocalista da banda Aviões do Forró irá deixar os vocais da banda após o carnaval de 2012,” disse o texto enviado da Rede Cidade Verde, afiliada do SBT ao site.

Segundo o texto, a cantora já está no processo de organização e acertos finais para novos projetos solos a serem lançados em 2012. O assessor da banda, entretanto, disse ao O Fuxico que a cantora não sairá o grupo, mas quer gravar o álbum em paralelo ao Aviões.

Solange se converteu há aproximadamente três anos ao Cristianismo e em um de seus depoimentos ela afirma que pretende seguir a carreira e também louvar a Deus. Para ela uma coisa não impede a outra.

Assim como muitos cantores convertidos, a cantora pode agora aproveitar a sua fama para divulgar o Evangelho. Muitos já testemunharam que ela trouxe muitos a Cristo depois de sua conversão e críticos são positivos de que a mensagem pode ser passada através da música.

Marcelo Rebello, diretor da MR1 agência que promoveu a participação de cantores gospel no programa da Eliana no SBT, disse que quando há verdadeira conversão e submissão à vontade de Deus, o caminho musical é exteriorização da fé.

“O envolvimento com a Palavra de Deus faz com que naturalmente a pessoa tenha vontade de servir a Deus e divulgar a mensagem transformadora do Evangelho por meio de seus talentos”, afirmou ele ao The Christian Post.

Rebello comentou sobre a vontade de Solange de gravar um CD Gospel ao CP, dizendo que vê isso como uma forma de aproveitar a exposição pública para alcançar pessoas, principalmente em lugares de difícil penetração. Entretanto, ele ressalta que deve haver responsabilidade no uso dessa exposição da mídia e que ela deve estar de acordo com os padrões comprometidos com os preceitos bíblicos.

A expansão da música gospel no Brasil tem sido grande e acabou virando mais um segmento da música brasileira. Rebello divide ela em dois grupos: daqueles que fazem música Gospel por vocação para um chamado divino em primeiro lugar e daqueles que visam principalmente o mercado.

Segundo ele, o propósito comercial ainda é legítimo e sem isso não há condições de se produzir novas obras de Música Gospel. Entretanto, ele acredita que deve haver um caminho para se achar um ponto de equilíbrio entre a fé e o dinheiro.

Nos eventos Gospel, Rebello cita que há o perigo de não haver espiritualidade e a divulgação da mensagem acabar sendo um “tiro no próprio pé”. Ele afirma que é um grande desafio conciliar profissionalismo sem perverter o foco principal, que é levar a palavra de Deus.

“é um grande desafio, pois não é nada fácil os executivos de determinados grupos entenderem que o investimento em iniciativas que valorizam a base do segmento só vêm a somar divisas para o próprio mercado”.

Há falta de planejamento e de estratégias de comunicação e de marketing eficazes, ele aponta. Mas superando esses obstáculos é possível que se traduza isso em números e com a missão de trazer transformação de vidas.

“Mensagem musical que traz mudança de valores e preceitos, valorizando a família e aproximando o homem de seu Criador.”

Fonte: ChristianPost | Divulgação: Midia Gospel

Apóstolo Valdomiro é acusado de ARIANISMO ao afirmar que Jesus não é sempiterno e que foi criado por Deus.

Fonte: Site do Pastor Renato Vargens

http://renatovargens.blogspot.com/p/livros-do-pastor-renato-vargens.html

Infelizmente as heresias se multiplicam a olhos vistos neste tupiniquim país.

Há pouco o Apóstolo Valdomiro Santiago da Igreja Mundial do Poder de Deus afirmou que Jesus não é Eterno e que foi criado por Deus.

Por favor leia abaixo o que disse no site da sua Igreja: “Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus.

Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo. Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo, não a partir de Maria, que foi obra do Espirito Santo para ser feito carne, antes ele já existia. “Façamos” é no plural, porque Jesus estava com Ele e a palavra que lemos confirma.” Caro leitor, a afirmação de que Jesus Cristo foi criado é uma heresia antiga denominada ARIANISMO.

Bom, o Arianismo vem de Arius, ou Ário, um professor do início do século 4 D.C.

A pergunta que se fazia era a seguinte: Era Jesus verdadeiramente Deus em carne ou era Jesus um ser criado? Era Jesus Deus ou apenas como Deus?

Ario defendia a ideia de que Jesus foi criado por Deus como o primeiro e mais importante ato da Criação.

O Arianismo, então, é a crença de que Jesus era um ser criado com atributos divinos, mas não era divindade em si mesmo.

Ora, a história relata que a Igreja Cristã oficialmente denunciou o Arianismo como uma doutrina falsa. Desde então, o Arianismo nunca mais foi aceito como uma doutrina viável da fé Cristã. No entanto, o Arianismo nunca morreu, mas tem continuado pelos séculos de várias formas diferentes. As Testemunhas de Jeová de hoje defendem uma posição parecida com a dos arianos em relação à natureza de Cristo e agora para surpresa de alguns a Mundial do Poder de Deus. Isto, posto, afirmo sem titubeios que da mesma forma que a igreja ao longo da história combateu heresias deste nipe, precisamos renegar em nossos dias ataques a divindade do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Pr. Renato Vargens

PIBATEF – Primeira Igreja Batista de Teixeira de Freitas

Rua João Calmon, 70 – Centro – Teixeira de Freitas – Ba 

(73) 3291-2151

Cultos

Domingos – 9:30h
Culto Evangelístico 1 – 17:40 às 19:10h
Culto Evangelístico 2 – 19:30 às 21:00h

3a. Feira

Culto Matutino – 6h
Culto da Vitória – 17h

4a. Feria

Culto Matutino – 6h

5a. Ferira

Culto Matutino – 6h

Culto Doutrinário – 19h

EBD – 20 DE NOVEMBRO 2011

EBD + CULTO DEVOCIONAL

Data
domingo 20 nov de 2011 – 09:30

Local

Informações

ESCOLA BÍBLICA DINÂMICA no prédio de Educação Religiosa + Devocional, no Templo.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.